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sábado, 29 de outubro de 2011

Psicologia Inversa

Vejam o poder da psicologia inversa... Nessa situação funcionou rápido meeeesmo!!!


Fica a dica!!!
Bjsss!!!

* Com a colaboração da Eliana Simões

terça-feira, 14 de junho de 2011

Depressão Pós-Parto Masculina

Homem também sofre de depressão pós-parto; entenda o problema


HELOÍSA NORONHA

Colaboração para o UOL


Ainda pouco falada, a depressão pós-parto masculina existe e precisa de acompanhamento
Por mais que a chegada de uma criança traga felicidade, a vida de qualquer casal sofre uma avalanche de mudanças –em especial aos pais de primeira viagem. O bebê que acaba de chegar requer atenção, energia, afeto e cuidados específicos o tempo todo. Ao fim do dia pai e mãe estão exaustos -e ainda terão uma madrugada de mamadas que os espera. Como nessa fase a ligação entre a mãe e o bebê é mais forte do que nunca, é natural que o homem, em algum momento, sinta-se excluído, mesmo que nem se dê conta disso.

Para alguns, a compreensão do instinto materno e a certeza de que a fase caótica é passageira ajudam a enfrentar o surgimento desse novo núcleo: a família. Outros têm um pouco mais de dificuldade. Até sentem um pouquinho de ciúme do filho e saudade da antiga silhueta da mulher, mas passa logo. Porém, há recém-papais que se irritam o tempo todo –e sentem-se culpados por isso, já que deveriam esbanjar felicidade. Começam a sentir um cansaço extremo e um pessimismo inexplicável, além de desânimo em relação a qualquer atividade do dia a dia. É a (ainda) pouco falada depressão pós-parto masculina dando as caras.

De acordo com a mestre em psicologia Dorit Verea, diretora da Clínica Prisma – Centro de Tratamento Intensivo para Transtornos Emocionais, de São Paulo, a depressão pós-parto sempre foi estudada como um transtorno unicamente feminino, por questões prioritariamente biológicas. “Porém, as influências psicológicas e sociais que acometem as mães também podem acometer o pai. A doença é caracterizada por uma tristeza profunda que pode aparecer nos três primeiros meses pós-parto e é mais comum em pais de primeira viagem”, explica.

Em um momento em que todas as atenções estão voltadas à criança –e à mãe, em segundo lugar– o homem acaba negligenciado, assim como são subestimadas as suas emoções. No entanto, a doença merece atenção, pois, quanto antes for diagnosticada, mais rapidamente será curada (veja os sintomas na tabela abaixo). Em alguns casos, a essa depressão provoca pensamentos mórbidos ou suicidas e até mesmo o abandono do lar, pela dificuldade de lidar com a situação... Continue lendo.


Fonte: UOL

segunda-feira, 28 de março de 2011

DORMINDO COM O PAPAI E A MAMÃE



Não posso dizer que pratico cama compartilhada no todo, mas, em parte sim.

Não foram raras as vezes que lá pelas quatro ou cinco da matina, quando estava no melhor do sono, que fui acordada com um sonzinho chamando: “mamãe, mamãe, papaiê...”, emitido por uma criaturinha que acordou antes da hora por algum motivo e para fazê-la voltar a dormir a única solução encontrada foi a colocá-la na cama do papai e da mamãe.

Desde o início meu marido pai babão achava a situação linda e eu do outro lado ficava tentando encontrar alguma forma para fazer com que o pequeno embalasse no sono novamente. Passei várias madrugadas para lá e para cá com ele no colo e ele dormia uma beleza, mas era só tentar colocá-lo no berço que acordava na mesma hora. Pensei muitas vezes em chamar a babá, mas como sou adepta a teoria de que babá não deve dormir com criança para poder agüentar o rojão do dia seguinte desistia.

Acabei vencida pelo cansaço e mesmo preocupadíssima em está acostumando o pequeno mal, adoro rotina, regras e tudo certinho, me rendi. Hoje, relaxei total, se o pequeno acordar e demorar a pegar no sono, principalmente pertinho do amanhecer, nem penso duas vezes, coloco logo ele no meinho, juntinho de nós, na nossa cama. E tenho que admitir que me sinto super bem no aconchego com a minha família ali juntinha, segura e protegida. Não sei quanto tempo isso vai durar, as vezes quero que acabe o quanto antes, as vezes quero que dure para sempre, só sei que amo muito tudo isso!!!!

Bom início de semana para todos!!!

Bjsss!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ESCOLHENDO A PRÓPRIA ROUPA

Essa semana enquanto vestia o Marcos André para irmos a um aniversário me surpreendi quando de repente escutei “calça não, ort” (ort, leia-se short) e assim continuou com “ort, ort, ort...” e eu pasma tentando processar como um pequeno de 1 aninho e nove meses pode já querer escolher a roupa que vai vestir. Tentei explicar a ele que com a calça a roupa ia ficar mais bonita, mas não teve acordo, começou a chorar e balançar as perninhas sem deixar colocar a calça.

No outro dia, pela manhã, não sossegou enquanto não calçou um sapatinho bege e de tarde seguiu com a mesma novidade na hora de se vestir só que dessa vez eu não cedi, pois já estava com a sensação de que não tinha mais poderes sobre ele e ele ainda é muito pequeno para decidir determinadas coisas sozinho.

Acho até legal as crianças darem palpites nas combinações da própria roupa, pois é uma forma de expressarem seus gostos pessoais e concordo que os pais permitindo estimulam a independência, mas, entendo também que temos que impor limites não esquecendo de deixar sempre muito claro que quem está no comando é a gente.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

MEDO DO PEDIATRA




Hoje é dia de consulta ao Pediatra e já estou aqui só imaginando como vai ser mais tarde, já que as consultas de rotina do Marcos André viraram um verdadeiro tormento.

Na sala de espera ele fica ótimo mas, basta a Dra. abrir a porta e dizer “Vamos Marcos André?” que ele abre logo o berreiro e chora até o final da consulta, inconsolável.

Eu sei que o ritual de examinar garganta, nariz, ouvido e blá, blá, blá não é nada agradável, mas o pânico que ele demonstra sentir é tão grande que fico com a maior pena dele, morrendo de vergonha da médica e também preocupada se ela vai conseguir examiná-lo direiro.

A Dra., que é muito atenciosa com ele, diz que esse desespero, principalmente entre o menores, é normal, que ela já está acostumada e que depois dos dois aninhos as crianças ficam amigas dela.

Andei lendo sobre o assunto e constatei que esse medo do “Senhor da bata branca” é realmente é normal, um dos motivos é que as crianças podem associar a vestimenta às dolorosas vacinas (tem médico que até deixa o jaleco de lado na hora de atender os pequenos), outros motivos podem ser: medo de se separar dos pais, nervosismo, sensação de inseguraça por estar sendo manuseado por um estranho...

O que fazer para ajudar a superar o medo?

- Procurar enfrentar o medo junto com a criança.

- Tentar familiarizar a criança com o médico para que este não seja visto por ela como um estranho.
- Para a situação parecer ser normal os pais devem contar que também iam ao médico quando pequenos.
- Explicar numa linguagem que a criança entenda o motivo da consulta, dizendo sempre a verdade (seja para uma consulta de rotina ou para um diagnóstico).

- Não falar mal do Pediatra na frente da criança.
- Não utilizar o Pediatra como um castigo.
- Recompensar a criança com alguma coisa caso não chore durante a consulta.


Depois da última consulta resolvi explorar uma brincadeira de faz de conta e investir em um brinquedo que é uma maletinha de médico com alguns instrumentos usados numa consulta e enquanto brincava com o Marcos André expliquei para que cada coisa servia e porque Dra. tem que usá-las. Ele pareceu gostar do brinquedo, vive pedindo para eu abrir a maleta. Espero que funcione! Depois conto aqui como foi.



Bjsss!!!